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Portugal sob Calamidade: Tempestade Kristin deixa rasto de destruição e 15 vítimas mortais

Com novo agravamento do mau tempo, especialistas criticam gestão da crise enquanto autarquias e setores económicos clamam por ajuda urgente.

O mau tempo que assola Portugal registou um novo agravamento esta terça-feira, 10 de fevereiro. Sob o efeito do “comboio de tempestades” que atinge o país há duas semanas, o IPMA colocou as regiões Norte e Centro sob aviso laranja, alertando para o risco iminente de novas inundações e forte agitação marítima.

O Balanço da Tragédia O cenário é crítico: o estado de calamidade foi prorrogado até 15 de fevereiro em 68 concelhos. Até ao momento, a tempestade Kristin já provocou:

  • 15 vítimas mortais, incluindo um bombeiro e um técnico da E-Redes em serviço.

  • Centenas de feridos e prejuízos materiais na ordem dos milhões de euros.

  • Cortes de energia, afetando cerca de 35 mil clientes na manhã de hoje.

  • Danos patrimoniais, como o desabamento de um muro que destruiu parte do cemitério em Sobral de Monte Agraço.

Críticas à Governação e Resposta Setorial Enquanto especialistas classificam a gestão da crise como uma “governança péssima”, o Governo tenta agilizar respostas. No setor da Saúde, a Ministra Ana Paula Martins garantiu, via Diário da República, que os médicos internos em zonas de calamidade não serão prejudicados na sua avaliação final.

Já no Norte, a situação é de desespero económico. A Câmara de Caminha e associações de pescadores exigem o reconhecimento de “calamidade climática” para o setor, solicitando apoios extraordinários e liquidez imediata para compensar as semanas de paragem forçada devido à perigosidade das barras.Opção 2: Tom Analítico (Estilo Reportagem)

Redação com agência noticiasaominuto