Abusos no Rato: Sete agentes da PSP ficam em prisão preventiva; Ministro pede desculpa
O Tribunal aplicou a medida de coação máxima, a prisão preventiva, a mais sete agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP) envolvidos no caso de agressões e abusos na zona do Rato, em Lisboa. Com estas novas detenções, sobe o número de operacionais sob custódia no âmbito da investigação que apura crimes de tortura, sequestro e agressão agravada.
Perante a gravidade dos factos, o Ministro da Administração Interna (MAI) veio a público pedir desculpa às vítimas e às suas famílias, sublinhando que este tipo de comportamento “não representa a instituição PSP” e garantindo que o Governo será implacável na punição de desvios éticos e criminais nas forças de segurança.
Os incidentes, que remontam a intervenções policiais controversas no bairro, estão a ser investigados pela Unidade Especial de Combate ao Crime Organizado da PSP, em coordenação com o Ministério Público. Os agentes agora detidos são suspeitos de terem excedido o uso da força e de terem ocultado provas das agressões durante as detenções efetuadas.
Redação






