“Um grupo de contrabandistas de amêijoa utilizava uma via reservada de um posto de combustível para contornar portagens e evitar a fiscalização das autoridades na Ponte Vasco da Gama. A estratégia permitia que as carrinhas carregadas de amêijoa-japonesa, capturada ilegalmente no Tejo e sem condições de salubridade, seguissem para Espanha sem serem detetadas.
No mercado espanhol, o bivalve era vendido fraudulentamente como ‘amêijoa limpa do Sado’. A investigação apurou que a rede contava com a conivência de uma funcionária do posto de combustível, que facilitava a passagem dos veículos ao levantar a cancela de acesso restrito à autoestrada A12, permitindo assim a fuga aos controlos da GNR e às câmaras de videovigilância das portagens.”
Redação com JN.PT






