O Tribunal de Vila Real condenou a 21 anos de prisão a mulher acusada de planear a morte do marido, enquanto o primo da vítima, que confessou ter cometido o homicídio, foi sentenciado a 18 anos e seis meses de prisão.
O coletivo de juízes considerou provado que a mulher foi a mentora do crime, tendo convencido o primo do marido a executá-lo. O homicídio foi cometido de forma premeditada, motivado por interesses pessoais e patrimoniais, segundo ficou demonstrado durante o julgamento.
O primo da vítima assumiu a autoria do homicídio perante o tribunal, confissão que foi tida em conta na determinação da pena. Ainda assim, os magistrados entenderam que a gravidade dos factos justificava uma condenação pesada.
A mulher recebeu uma pena superior por ter sido considerada a principal responsável pelo planeamento e instigação do crime, enquanto o primo foi condenado como autor material do homicídio.
A decisão ainda pode ser alvo de recurso para instâncias superiores.
Redação com JN.PT






