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Marine Le Pen condenada a três anos de prisão, um com pulseira eletrónica

Um tribunal de recurso condenou, esta terça-feira, a líder da extrema-direita francesa, Marine Le Pen, a um ano de prisão domiciliária com pulseira eletrónica por um esquema de fraude de emprego no Parlamento Europeu, pondo em causa a sua candidatura à presidência em abril do próximo ano.

O tribunal proibiu-a também de se candidatar a cargos eletivos durante 15 meses, uma proibição que deveria ter expirado este ano. Le Pen, no entanto, já tinha declarado que não se candidataria para substituir o presidente centrista Emmanuel Macron caso estivesse em prisão domiciliária e não pudesse fazer campanha adequadamente.

Redação