A morte de Diogo Morais e Emanuel Nogueira, os dois jovens com cerca de 30 anos que seguiam a pé quando foram atropelados mortalmente junto ao terminal rodoviário da Ericeira, no concelho de Mafra, gerou uma onda geral de consternação na Lousã, de onde eram naturais.
“É uma perda enorme para o nosso concelho. Estamos muito tristes”, lamentou o presidente da Câmara Municipal da Lousã, Victor Carvalho, citado pelo jornal de Notícias de Coimbra. O autarca garantiu que os mais próximos das vítimas estão a ser acompanhados de perto e prometeu-lhes toda a solidariedade. “O mais importante agora é dar o apoio necessário às famílias e amigos”, referiu.
Também o Clube Desportivo Lousanense, onde Diogo e Emanuel foram futebolistas nos escalões de formação, deixou uma nota de pesar nas suas redes sociais. “Deixam amigos dentro do clube, onde partilharam momentos que ficam na memória de quem com eles conviveu”, escreveu o emblema, num comunicado assinado pela sua direção.
Além do Lousanense, vestiram ainda a camisola do Clube Académico das Gândaras, que partilhou fotos dos seus tempos de jogadores e enalteceu que ambos “deixaram a sua marca pela dedicação, espírito de equipa e amor ao futebol”.
Outra instituição que recorreu às suas redes sociais para lamentar o desaparecimento trágico foi a Escola Profissional Profitecla Coimbra, que Diogo frequentou e onde uma sua tia é funcionária. “Será sempre lembrado com carinho por toda a comunidade”, referiu.
O acidente fatal aconteceu na madrugada de sábado, cerca das 6 horas. Diogo e Emanuel, foram atingidos por um veículo desgovernado que entrou em despiste. Tal como noticiou o JN, o embate foi de tal forma violento que o automóvel ainda embateu contra um muro e uma vedação antes de se imobilizar.
Redação com JN.PT






