Um rececionista de hotel, de 28 anos, foi detido pela Polícia Judiciária (PJ) por suspeitas dos crimes de violação agravada e perseguição sobre um estagiário, de 19 anos, em Lisboa. Os factos terão ocorrido nos dias 1 e 2 de julho, na unidade hoteleira onde ambos trabalhavam.
Segundo a PJ, a vítima encontrava-se a concluir um estágio profissional no hotel e estava sob supervisão do suspeito durante os turnos noturnos. De acordo com a investigação, o agressor terá conduzido o jovem para “um local sem cobertura do sistema de videovigilância”, onde alegadamente consumou a violação “por meio de violência física”.
A Polícia Judiciária refere que, no turno seguinte, o suspeito terá repetido os abusos, apesar da resistência da vítima. Com receio de que as agressões continuassem, o jovem pediu ajuda a uma pessoa da sua confiança.
Na sequência da denúncia, o hotel decidiu transferir o estagiário para outra unidade e, ainda assim, segundo a Judiciária, o suspeito continuou a procurar a vítima, deslocando-se ao novo local de trabalho e tentando contactá-la repetidamente por telefone.
“O suspeito persistiu na procura da vítima, nesse local, além de tentar contactá-lo insistentemente, por telemóvel, causando-lhe medo e inquietação”, refere a PJ.
Após a realização de diligências urgentes de investigação, incluindo inspeções no local dos alegados crimes, a PJ avançou para a detenção fora de flagrante delito do suspeito, considerando existirem perigos de perturbação do inquérito e de continuação da atividade criminosa.
Segundo a PJ, a vítima encontrava-se a concluir um estágio profissional no hotel e estava sob supervisão do suspeito durante os turnos noturnos. De acordo com a investigação, o agressor terá conduzido o jovem para “um local sem cobertura do sistema de videovigilância”, onde alegadamente consumou a violação “por meio de violência física”.
A Polícia Judiciária refere que, no turno seguinte, o suspeito terá repetido os abusos, apesar da resistência da vítima. Com receio de que as agressões continuassem, o jovem pediu ajuda a uma pessoa da sua confiança.
Na sequência da denúncia, o hotel decidiu transferir o estagiário para outra unidade e, ainda assim, segundo a Judiciária, o suspeito continuou a procurar a vítima, deslocando-se ao novo local de trabalho e tentando contactá-la repetidamente por telefone.
“O suspeito persistiu na procura da vítima, nesse local, além de tentar contactá-lo insistentemente, por telemóvel, causando-lhe medo e inquietação”, refere a PJ.
Após a realização de diligências urgentes de investigação, incluindo inspeções no local dos alegados crimes, a PJ avançou para a detenção fora de flagrante delito do suspeito, considerando existirem perigos de perturbação do inquérito e de continuação da atividade criminosa.
O detido será apresentado a primeiro interrogatório judicial para aplicação das medidas de coação.
Redação com JN.PT






