Diagnóstico precoce é fundamental, uma vez que os sintomas surgem apenas em fases críticas.
Estima-se que cerca de 10% da população portuguesa sofra de Doença Renal Crónica (DRC), uma patologia que se destaca pela sua natureza insidiosa. Por ser frequentemente assintomática nas etapas iniciais, muitos doentes apenas descobrem o problema quando o rim já apresenta uma perda de função severa.
O Perigo do Silêncio
Ao contrário de outras patologias, a DRC progride sem causar dor ou desconforto imediato. Quando os sinais de alerta finalmente surgem — como fadiga extrema, retenção de líquidos ou alterações na urina — a doença encontra-se, habitualmente, num estado muito avançado, limitando as opções de tratamento e aproximando o doente da necessidade de diálise ou transplante.
Grupos de Risco e Prevenção
A comunidade médica alerta para a importância de monitorizar os principais fatores de risco:
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Hipertensão arterial e Diabetes (as principais causas);
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Obesidade e sedentarismo;
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Histórico familiar de doença renal.
Nota: Um simples exame de sangue (creatinina) e uma análise à urina são suficientes para detetar precocemente alterações na função renal.
Redação






