A Direção Executiva do Serviço Nacional de Saúde (DE-SNS) está a monitorizar em permanência as unidades de saúde nas zonas mais fustigadas pela depressão Kristin. O objetivo é assegurar a continuidade dos cuidados e responder a necessidades logísticas críticas, garantindo que nenhum utente urgente fique sem resposta.
Operação de Socorro e Reencaminhamento Através de um contacto contínuo com as Unidades Locais de Saúde (ULS), a DE-SNS ativou planos de emergência que permitem:
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Reencaminhamento de doentes: Transferência de pacientes entre unidades para evitar o colapso dos hospitais mais afetados.
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Apoio respiratório domiciliário: Contacto direto com utentes que dependem de tratamentos respiratórios em casa para garantir a segurança dos mesmos durante as falhas de energia.
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Suporte no terreno: Equipas da Direção Executiva estão deslocadas nas zonas críticas para prestar apoio operacional direto.
Foco Crítico: Leiria A situação na ULS de Leiria é a que exige maior atenção. Devido às limitações nas comunicações e acessos, o SNS implementou um plano de contingência específico:
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Coordenação com SUB: Articulação clínica com os Serviços de Urgência Básica (SUB) de Alcobaça e Pombal.
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Logística de Emergência: Em colaboração com a Proteção Civil, foi dada prioridade máxima à desobstrução dos acessos ao Hospital de Leiria, garantindo o reabastecimento de combustível e consumíveis essenciais para evitar ruturas de stock.
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Segurança Clínica: Doentes estão a ser reencaminhados para outras unidades da rede para aliviar a pressão sobre os serviços locais.
A DE-SNS assegura que a situação está sob monitorização constante, adaptando a resposta à evolução das condições meteorológicas.
Redação





