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Suspeitos de roubo a estudantes foram detidos pela PSP

Indivíduos terão realizado vários roubos, pelo menos nos últimos dois meses, na zona da Praça da República e da Avenida Sá da Bandeira

Dois homens, suspeitos da autoria de vários roubos violentos em Coimbra, foram ontem detidos pela PSP, no âmbito da realização de buscas domiciliárias a uma habitação da avenida Dias da Silva.

Ao que o Diário de Coimbra conseguiu apurar, os dois suspeitos – aos quais se junta um terceiro que neste momento está em parte incerta -, terão realizado vários roubos, pelo menos nos últimos dois meses, na zona da Praça da República e da Avenida Sá da Bandeira. A forma de atuação foi quase sempre a mesma: de madrugada, aproveitando a escuridão, abordavam as vítimas (na sua maioria estudantes) usando violência e, até nalgumas situações, munidos de arma branca (faca). Para se apoderarem dos bens das vítimas, nomeadamente dinhei­ro, fios e objetos em ouro, telemóveis e outros artigos de valor, agrediam-nas com alguma violência. Repetiram este modo de atuação várias vezes. A última das quais na madrugada de segunda-feira, na avenida Sá da Bandeira. Terá sido nesse dia que concretizaram com sucesso o último crime.

Na sequência das queixas que foram sendo apresentadas, a polícia iniciou uma investigação que culminou com a realização das buscas durante grande parte da tarde de ontem.

Ao que apurámos, na sequência da operação desenvolvida ontem, foram apreendidos artigos roubados e material utilizado para concretizar os crimes.

Os dois suspeitos são já conhecidos das autoridades há algum tempo e já estavam referenciados pelo crime de tráfico de droga. Estarão ligados a algumas situações de tráfico na zona da baixa da cidade.

As diligências vão continuar, não se sabendo se outras buscas ou até interceção de mais suspeitos podem vir a ser concretizadas. As diligências vão prosseguir nos próximos dias.

Os dois suspeitos foram ontem levados para as celas da PSP e serão em breve presentes ao Juiz de Instrução Criminal.

Esta operação deverá tranquilizar a comunidade estudantil, onde estas situações – que se vinham multiplicando – geravam já algum alarme social. Não só pelo facto de se virem a multiplicar, mas também pela violência que estava associada.

Redação