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Adultera bebida de mulher em discoteca e leva-a para casa para a violar

Um homem de 30 anos foi detido pela PJ, em Sintra, por suspeitas de violação de uma mulher que conhecera numa discoteca, em novembro do ano passado, e que terá drogado. Um familiar foi também detido por posse de drogas.

O caso ocorreu a 16 de novembro de 2025. O homem, estrangeiro, conheceu a mulher numa discoteca em Lisboa. Terá colocado substâncias psicotrópicas na bebida dela e depois levou-a para sua casa onde a sujeitou à prática de relações sexuais.

Na sequência dos consumos, a mulher, com 32 anos, entrou em descompensação mental, tendo sido encontrada pela PSP a deambular nua na via pública, nas imediações de casa do suspeito, cuja identidade era, à data desconhecida.

O factos foram comunicados à PJ que iniciou uma investigação. Foram colhidos elementos que permitiram identificar o suspeito, um cidadão estrangeiro de 30 anos. Foram emitodos mandados de busca e apreensão e um mandado de detenção que foi cumprido, esta segunda-feira, em Agualva-Cacém, Sintra.

No decurso da ação foi ainda detido, em flagrante delito, um familiar do suspeito, com 31 anos, que tinha em sua posse quantias consideráveis de produto estupefaciente e uma balança de alta precisão.

Os detidos serão presentes a primeiro interrogatório judicial no Tribunal de Sintra, para aplicação das medidas de coação. O inquérito é titulado pelo MP de Sintra.

Redação com JN.PT

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Um dos maiores produtores de petróleo em todo o mundo sente que não tem apoio militar e político dos seus aliados Os Emirados Árabes Unidos anunciaram a saída da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) e da OPEP+, que reúne alguns aliados como a Rússia. De acordo com a agência Reuters, que cita um comunicado do pequeno país, este é um grande golpe no grupo e no seu verdadeiro líder, que é a Arábia Saudita. Segundo a agência de notícias dos Emirados WAM, a saída dos Emirados da organização deve-se às “perturbações no golfo Pérsico e no Estreito de Ormuz”, entrando em vigor a partir de 1 de maio. A decisão é motivada pela guerra no Irão e pela incapacidade dos países do Médio Oriente de protegerem os interesses petrolíferos, sendo que os Emirados Árabes Unidos estão entre os 10 maiores produtores mundiais de petróleo. De acordo com os dados dos Estados Unidos, aquele país é responsável pela produção de cerca de 4% do petróleo mundial, produzindo mais de quatro milhões de barris por dia num cenário de normalidade. Agora, e também segundo a agência Reuters, a decisão dos Emirados Árabes Unidos pode provocar discórdia e enfraquecer o grupo, que também conta com países como Irão, Venezuela ou Iraque. Já com problemas perante o estrangulamento da exportação de petróleo a partir do Estreito de Ormuz, que continua numa situação altamente complexa, os países do Médio Oriente podem ter nesta decisão um novo e mais importante revés numa região que produz cerca de 20% do petróleo mundial. Em sentido contrário, esta decisão pode ser vista como uma grande vitória para o presidente dos Estados Unidos, já que Donald Trump tem insistido nas crítica à OPEP, entendendo que tem “rasgado o resto do mundo” através da inflação dos preços. De resto, Donald Trump também já acusou os membros da OPEP de “explorarem” a situação no Médio Oriente através da imposição de preços mais altos, enquanto os Estados Unidos só procuram ajudar através de apoio militar. O conselheiro para a diplomacia do presidente dos Emirados Árabes Unidos já tinha criticado a postura dos países da região num fórum de influenciadores esta segunda-feira. Agora, a decisão tomada é um passo em frente na cisão. “Os países do Conselho de Cooperação do Golfo apoiam-se logisticamente, mas política e militarmente, penso que a sua posição tem sido historicamente a mais fraca”, afirmou Anwar Gargash. A decisão dos Emirados Árabes Unidos de se retirar da OPEP a partir de 1 de maio “reflete uma evolução política alinhada com os fundamentos do mercado a longo prazo”, afirmou já depois do anúncio o ministro de Energia e Infraestrutura do país, Suhail bin Mohamed Al Mazrouei.