A taxa de tabagismo é a mais baixa da Europa, há cada vez menos fumadores de cigarros tradicionais. Há legislação, regras, opções e não há sermões. A indústria reuniu-se em Estocolmo com académicos, políticos e gente do negócio para falar da redução de danos e da liberdade de escolha. E o cantor Andrea Bocelli acaba de entrar em cena.
Em Estocolmo, por esta altura, anoitece tarde, pelas 21.30 horas, e amanhece cedo, às 4.30 horas já há sol ou uma luz ténue, quando o tempo está sombrio ou chove. Numa volta pela cidade, composta por ilhas ligadas por pontes, vê-se aquilo de que o Mundo anda a falar. Nas ruas, mais movimentadas a partir das cinco da tarde, é raro ver alguém com um cigarro na boca, seja em passeios, esplanadas de cafés, bares e restaurantes. É como encontrar uma agulha no palheiro. Nos últimos 15 anos, a Suécia passou de uma taxa de 15% de fumadores para 5,4% – com menos de 5% será oficialmente reconhecida como país livre de fumo nas metas da Organização Mundial da Saúde. Na Europa, a média de prevalência do tabagismo é de 23%. E em todo o Mundo, há mil milhões de fumadores. Afinal, o que está a acontecer na Suécia?
Redação com JN.PT






