Um septuagenário brasileiro, fundador de uma igreja evangélica na Amora, Seixal, e a sua mulher, de 65 anos, foram recentemente condenados por 13 crimes de auxílio à imigração ilegal e falsificação de documentos, no Tribunal de Almada.
O Tribunal determinou uma pena suspensa de prisão para um pastor de uma igreja evangélica situada no concelho do Seixal, no âmbito de um processo crime ligado ao auxílio à imigração ilegal e exploração de cidadãos estrangeiros.
A investigação apurou que a estrutura da igreja era utilizada como pretexto e fachada para encobrir um negócio lucrativo de arrendamento ilegal. Para despistar a fiscalização e as autoridades, os arguidos afixavam cartazes do espaço de culto à porta das lojas e imóveis onde alojavam dezenas de migrantes em condições precárias.
Além do alojamento ilegal, o grupo procedia à falsificação de documentos de apoio ao processo de legalização junto das autoridades de imigração, cobrando montantes avultados a pessoas em situação de fragilidade social e económica.
Os condenados são brasileiros.
Redação






