A passagem do eclipse solar pelo território continental português foi acompanhada por uma diminuição significativa da radiação solar registada nas estações meteorológicas do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
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A redução consistente e significativa da radiação global foi observada em todas as estações meteorológicas do IPMA, demonstrando o efeito imediato da ocultação do Sol na radiação que atinge a superfície em território nacional.
Em Lisboa, a redução da radiação instantânea acumulada atingiu cerca de 96% a 99%, enquanto Castelo Branco apresentou o valor mais baixo entre as estações analisadas.
Durante o período do eclipse solar, visível em Portugal continental, foi possível observar uma diminuição da radiação instantânea acumulada nas estações meteorológicas do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Em Lisboa, a redução atingiu cerca de 96% a 99%. A diminuição dos valores registados de radiação solar global prolongou-se durante mais tempo nas estações localizadas mais a sul, embora tenha sido mais acentuada nas estações do nordeste do território continental.
Castelo Branco foi a estação que apresentou o valor mais baixo, seguida de Penhas Douradas.
O acompanhamento do fenómeno foi ainda facilitado pelas condições meteorológicas registadas durante o eclipse. O céu apresentou-se limpo ou sem nuvens em praticamente todo o território continental, permitindo que as estações meteorológicas registassem de forma clara os efeitos da ocultação solar.
Segundo o IPMA, os registos permitem acompanhar o eclipse através de informação quantitativa, transformando o fenómeno astronómico numa evidência mensurável.
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